Caro Tó-Zé (também conhecido pelo António Martins, aliás Carótida):
1. O teu trabalho é dedicado e abundante. Demonstra grande coerência gráfica e precisão na compreensão do exercício. No início, essa coerência "matava" por vezes a expressão (como se vê nos dois primeiros exercícios sobre as cores. Significaria que tinhas um excelente design de comunicação, mas uma sensibilidade própria ausente.
2. Felizmente à medida que o trabalho avança, o teu empenho sério nos propósitos da oficina vai revelando essa sensibilidade, por um lado, e a descoberta de soluções originais, por outro. As duas últimas páginas contém exemplos de grande qualidade e originalidade: "Moura ao pé do mar" é, na minha opinião, o melhor de todos e o único que reflecte o carácter de sonho do tema (o castelo é "areia", é "onda", desfaz-se...); Magníficos "Não sou urbana" e "A cidade está morta.".
Caro Tó-Zé (também conhecido pelo António Martins, aliás Carótida):
ResponderEliminar1. O teu trabalho é dedicado e abundante. Demonstra grande coerência gráfica e precisão na compreensão do exercício. No início, essa coerência "matava" por vezes a expressão (como se vê nos dois primeiros exercícios sobre as cores. Significaria que tinhas um excelente design de comunicação, mas uma sensibilidade própria ausente.
2. Felizmente à medida que o trabalho avança, o teu empenho sério nos propósitos da oficina vai revelando essa sensibilidade, por um lado, e a descoberta de soluções originais, por outro. As duas últimas páginas contém exemplos de grande qualidade e originalidade: "Moura ao pé do mar" é, na minha opinião, o melhor de todos e o único que reflecte o carácter de sonho do tema (o castelo é "areia", é "onda", desfaz-se...); Magníficos "Não sou urbana" e "A cidade está morta.".
Ainda o "Moura ao pé do mar": seria injusto pôr de parte as propostas da Isabel, que também considero muito boas.
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