1. O exercício das cores é belíssimo. Tem variedade de formas e sente-se coerência (mesmo sem sabermos a "verdade") com a percepção das cores.
2. "Ausência" e "contentamento" vão ficar para a histórias das ausências e dos contentamentos pela forma perfeita como nos ensinam o que é ausência e o que o (teu) contentamento. Quero eu dizer que a "Ausência" que desenhaste é uma lição sobre o que é a ausência para qualquer pessoa que queira saber o que ela é. E o teu "Contentamento" diz-nos como és tu contente.
3. Como vês, o desenho não tem de te assustar. Ou talvez só um bocadinho...
O teu contentamento é fofo. Dá vontade que se torne real e que se possa moldar.
ResponderEliminarCara Ana:
ResponderEliminar1. O exercício das cores é belíssimo. Tem variedade de formas e sente-se coerência (mesmo sem sabermos a "verdade") com a percepção das cores.
2. "Ausência" e "contentamento" vão ficar para a histórias das ausências e dos contentamentos pela forma perfeita como nos ensinam o que é ausência e o que o (teu) contentamento. Quero eu dizer que a "Ausência" que desenhaste é uma lição sobre o que é a ausência para qualquer pessoa que queira saber o que ela é. E o teu "Contentamento" diz-nos como és tu contente.
3. Como vês, o desenho não tem de te assustar. Ou talvez só um bocadinho...
...ou talvez só um bocadinho (para te manter em guarda).
ResponderEliminarObrigada pelas vossas palavras :) Carotida, és tu Tó-Zé ? gostei do teu blog.
ResponderEliminarO desenho ainda vai assustando mas confesso que esperava pior :)
Bjs
O Carotida é o Tó-Zé e eu pensava que era o Luís Almeida...
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